Diferentes raças extraterrestres tem acompanhado a humanidade há muito tempo, observando e interagindo de forma sutil com nosso desenvolvimento. As diversas histórias descrevem esses seres como viajantes cósmicos, portadores de conhecimento e de mensagens que estimulam a busca por equilíbrio, consciência e evolução.
Relatos de contatos, meditações e experiências pessoais reforçam a ideia de que esses visitantes não apenas observam, mas compartilham orientações para que a humanidade compreenda melhor seu papel no universo. Para muitos, esse processo é parte de um momento de transformação coletiva, em que a conexão com outras inteligências ocorre tanto no plano externo quanto no interior de cada indivíduo.
Mais do que histórias sobre o desconhecido, essas descrições são vistas como um convite para ampliar a percepção da realidade. Elas lembram que fazemos parte de uma rede cósmica muito maior, onde cooperação, aprendizado e expansão de consciência caminham lado a lado.
Canalizações, experiências de contato e antigas tradições, formam um verdadeiro mosaico de possibilidades que, para muitos, explicam desde avanços tecnológicos até transformações espirituais. Entre os nomes mais citados estão os Pleidianos, Arcturianos, Sirianos, Reptilianos e Greys, cada qual associado a papéis específicos na história e no destino da humanidade.
Há um consenso interessante — quase um “mapa” místico de raças alienígenas interagindo com a Terra. Essas ideias variam de linha para linha, mas algumas raças são frequentemente mencionadas:
1. Pleidianos (ou Nórdicos): São descritos como altos, de aparência humana, pele clara, olhos claros e comportamento compassivo. Segundo a literatura esotérica, vêm das Plêiades e atuam como mentores espirituais, incentivando evolução da consciência, equilíbrio com a natureza e tecnologias limpas.

2. Arcturianos: Vindos de Arcturus, são vistos como seres altamente evoluídos espiritualmente e tecnologicamente. Geralmente descritos com pele azulada e olhos grandes, atuam como guias em processos de cura energética e expansão da consciência.

3. Sirianos: Ligados a Sirius A e B, seriam guardiões de conhecimentos antigos. Algumas correntes dizem que eles ajudaram civilizações antigas como Egito e Atlântida. São retratados como seres de luz ou humanoides com energia muito sutil.

4. Reptilianos/Draconianos: Estes carregam uma reputação mais sombria: vistos como seres que buscam poder e controle sobre a humanidade. Algumas escolas dizem que nem todos são negativos, mas que facções específicas interferem nos sistemas político e econômico da Terra.

5. Greys (Cinzas): Geralmente são baixos, com pele acinzentada, olhos grandes e pretos. Uns os veem como cientistas frios que realizam experimentos, outros dizem ser uma raça em decadência tentando se regenerar geneticamente. Em alguns círculos espirituais, são vistos como ajudantes da humanidade na expanção da compreensão do universo e da própria consciência.

6. Andromedanos: Associados a Andromeda, seriam seres elevados que ensinam sobre liberdade e autonomia espiritual, inspirando a humanidade a se libertar de sistemas de controle.

7. Intraterrestres ou Agarthianos: Não são exatamente “alienígenas” no sentido comum, mas seriam civilizações avançadas quem vivem no interior da Terra (como em Agartha ou Shamballa) e podem se comunicam telepaticamente com quem tem sintonia vibracional compatível.

8. Felinos (Lyrianos): Descritos como seres humanoides com características felinas, vindos da constelação de Lira, associados a sabedoria, coragem e proteção. Diz-se que ajudaram na semeadura de várias civilizações.

O fascínio que elas despertam é inegável. Para muitos buscadores, essas histórias não são apenas mitos modernos, mas convites a olhar para o céu e para dentro de si mesmos, em busca de respostas sobre quem somos, de onde viemos e qual é o nosso verdadeiro papel no vasto palco cósmico.
A presença de diferentes raças extraterrestres na Terra não é um fenômeno recente, mas um aspecto contínuo da história humana. Esses seres não apenas nos visitam, mas interagem de formas sutis ou diretas, influenciando nosso desenvolvimento em todos os aspectos. Para muitos, isso ajuda a explicar desde saltos de conhecimento em antigas civilizações até o atual despertar coletivo que a humanidade atravessa.
Em relação a raças potencialmente negativas como os reptilianos e draconianos, de acordo com alguns espiritualistas/esotéricos, parece que por volta de 2012, com a chegada efetiva da Confederação Intergaláctica ao nosso sistema estelar, esses seres não tiveram a permissão de realizar ações hostis em nosso planeta. Portanto abduções que teriam sido traumáticas e ações visando o controle e dominação (por parte dos ETs) cessaram.
Tipologias extraterrestres estão sendo reveladas aos deputados
O cientista físico Dr. Eric Davis, que trabalhou em projetos secretos do Pentágono, mencionou num briefing realizado em maio sobre UAPs a existência de 4 possíveis categorias de seres operadores de OVNIs. Essas categorias seriam: Grays (Cinzas), Nórdicos, Insetoides e Reptilianos (agora fiquei curisoso em como ele obteve essa informação).
Recentemente o deputado americano Eric Burlison, membro do Comitê de Supervisão da Câmera, comentou que ouviu sobre a existência desses mesmos quatro tipos distintos de seres em reuniões a portas fechadas. Ele fez este depoimento ao podcast The Endless Void with Kristin Fisher, apresentado semana passada, onde disse:
“Eu ouvi essas quatro classificações serem discutidas em reuniões neste escritório por outras pessoas[…]. Se for verdade, este seria um momento de mudança de paradigma… o governo não tem o direito de manter um segredo desse porte do público que ele serve.”
A informação relatada por Eric Burlison reforça a ideia de que, nos bastidores, há um acervo de informações sobre encontros e registros envolvendo inteligências não humanas. A referência a esses quatro tipos de seres não é nova no meio ufológico, mas ganha outra dimensão quando citada por alguém com acesso a reuniões internas e relatórios confidenciais. Esse tipo de menção mantém o tema no centro dos debates sobre a transparência das investigações governamentais.
