No dia 9 de setembro de 2025, acontece uma audiência onde autoridades se veem forçadas a debater abertamente os fenômenos aéreos não identificados. Uma audiência como essa, diante do mundo inteiro, não é apenas um evento político, mas um sinal dos tempos em que a fronteira do mistério deixou de ser varrida para debaixo do tapete.
A importância dessas audiências não pode ser subestimada. Comissões parlamentares e especialistas discutem de forma pública o que antes era tratado como tabu. Isso gera registro, cria precedente e mostra às futuras gerações que a questão dos OVNIs e UAPs saiu da sombra. É um marco, um daqueles momentos que podem ser apontados nos livros de história como “o início de algo maior”.

Contudo, precisamos ter clareza: por mais simbólico que seja, não devemos esperar que uma audiência oficial entregue todas as respostas. Governos trabalham com interesses, com estratégias, com controles que nem sempre coincidem com o desejo coletivo por verdade. O risco é esperar um pronunciamento governamental que nos diga, de forma direta e inequívoca: “Eles existem, não são da Terra”. Esse tipo de revelação pode nunca vir dessa maneira, porque envolve implicações políticas, religiosas, econômicas e até psicológicas para a humanidade.
É nesse ponto que entra o verdadeiro despertar. A audiência pode acender a luz, mas é cada um de nós que deve abrir os olhos. A mudança não é apenas política, é de consciência. Já temos material suficiente — documentos, relatos, pesquisas científicas, testemunhos de pilotos e militares — para perceber que há algo extraordinário em jogo. Se a mente está desperta, não precisa esperar pelo selo de aprovação das autoridades para aceitar a realidade do mistério.
O despertar é íntimo. Ele acontece quando você olha para o céu e entende que a vida é maior do que a rotina; quando lê um relatório antigo e percebe que a verdade sempre esteve ali, apenas ignorada; quando conecta espiritualidade, ciência e filosofia para compreender que a existência é muito mais vasta do que o que nos ensinam.
Portanto, 9 de setembro de 2025 é importante. Mas a audiência é apenas o palco. O despertar, esse acontece fora das câmeras, nos corações e mentes de cada buscador da verdade. O real movimento está em nós, e não em papéis timbrados. Já escrevi vários artigos sobre isso, como em “Faça seu despertar o marco da revelação” e em “Estamos buscando aliens no ‘andar errado’ da existência”.
