Patrick Jackson, um irlandês que estuda ovnis há mais de 20 anos, acredita que os orbes metálicos relatados pelo Pentágono e a Nasa fazem parte de uma rede global de defesa.
A reunião da Nasa em maio de 2023, com duração de 4 horas, ganhou manchetes no mundo todo e ouviu detalhes de como ovnis orbes metálicos foram vistos em todo o planeta. O ex-chefe da AARO, Sean Kirkpatrick, admitiu durante a audiência que os orbes foram vistos fazendo manobras muito interessantes.


Patrick acredita que esses orbes ou esferas metálicas tem propósitos defensivos. Elas seriam uma rede de defesa global que intercepta ameaças espaciais que vão de meteoros a qualquer outra coisa que venha de fora (visitantes indesejados talvez?).
Ele fez a descoberta enquanto tentava entender a atividade poltergeist no Reino Unido, onde teria observado as esferas de prata voando ao redor de uma casa mal assombrada. A atividade poltergeist geralmente envolve eventos inexplicáveis como o movimento de móveis e outros objetos, portas e janelas batendo sem explicação aparente, ruídos inexplicáveis e até mesmo vozes estranhas.
Ele disse que as esferas neste caso operam como um espantalho, afugentando as pessoas de áreas com altas emissões de energias perigosas sob o pretexto de que o lugar é assombrado por poltergeists.
Segundo sua teoria, desenvolvida ao longo de estudos de duas décadas, existem 3 tipos diferentes de esferas.
Esferas tipo 3
De aproximadamente 2,86″ a 2,94″ (7,26 a 7,47cm) de diâmetro, operam próximas ao solo. Quando fazem uplink (emitem sinais) de alta energia é criado uma ação entendida como o fenômeno poltergeist, para afastar as pessoas do local devido os perigos potencialmente radioativos que essa emissão causa aos humanos. Esta rede se espalha por países em linhas e clusters, o que sugere que as esferas possuem rotas definidas em linhas retas mas também possem agrupamentos mais densos em determinadas áreas estratégicas.
Este método de distribuição é muito similar às redes de dados baseadas em micro-ondas de longa distância que usamos atualmente, onde torres de transmissão de micro-ondas são alinhadas em linhas retas ou distribuídas em padrões específicos para otimizar a cobertura e a transmissão de dados.
Esferas tipo 2
Aproximadamente 9,43″ a 9,51″ (23,95 a 24,16cm) de diâmetro, estas esferas ligam a rede tipo 3 à rede tipo 1. Funcionam como repetidores ou retransmissores de dados, transmitindo informações das esferas operacionais no solo tipo 3 às esferas interceptadoras tipo 1.
Esferas tipo 1
Aproximadamente 20″ (50,8cm) de diâmetro, elas triangulam alvos para interceptação, que vão desde meteoros a outras ameaças. A partir da localização do tipo 2 e do ângulo do agrupamento do tipo 1, é possível ver a direção do alvo.
As esferas tipo 1 operam em altitudes de 30 km e parecem estar distribuídas em grupos, talvez ao longo das áreas mais povoadas da Terra (ou seja, o fator população determina quais áreas estão mais protegidas pela rede).

O sistema funcionaria da seguinte forma:
- As esferas tipo 1 detectam a presença quando um intruso espacial entra em cena, enviando um sinal às esferas tipo 3;
- Essas, que estão em solo espalhadas em casas e edifícios, ficam cientes da ameaça e retransmite o sinal às esferas tipo 2;
- As esferas tipo 2 operam em um sistema de relé, orientando a formação de esferas do tipo 1;
- As esferas tipo 1, com as coordenadas das esferas tipo 2, realiza a triangulação e forma uma estrutura de interceptação.
Este sistema de defesa parece ser muito prático e estratégico, uma vez que tanto localmente (esferas tipo 3) quanto o céu (esferas tipo 1) estaria protegido. Além disso, dividir as tarefas entre diferentes esferas evita sobrecarregar um único sistema, melhorando a eficiência e a capacidade de resposta geral.
Patrick detalha:
“As esferas tipo 3 estão em edifícios e operam a uma distância de 8 a 16 quilômetros entre si, em linhas e clusters ao redor da topologia ambiental.
Eles enviam um sinal para o tipo 2 que a Marinha dos EUA está vendo. Esses operam a 90 metros do chão, onde necessário.
Há as esferas tipo 1 no céu que triangulam outros OVNIs que se aproximam. Eles parecem fazer uma formação em V e, sim, suspeito que, eles estão protegendo os humanos e, suspeito, estão fazendo isso há milhares de anos.
[…] A formação V do tipo 1 é visível ao longo da história. Estes são os foo fighters vistos durante a 2ª Guerra Mundial. Shows aéreos os acionam.”


Patrick Jackson escreveu o livro Quantum Paranormal: A 21st Century Analysis of the Paranormal Phenomena, onde detalha mais informações sobre as esferas.
Ele mantém um canal no youtube onde contém vídeos interessantes dessas esferas, além de outros temas ufológicos. Também possui um site chamado Quantum Paranormal.
Consultas: SundayWorld; Dr. Francisco Ricardo
