O planeta Terra não é oca, e não existem civilizações exatamente no centro da Terra como muitos pensam, pois nesse local fica o magma. Porém, existem civilizações na crosta terrestre, a poucos metros da superfície (bem antes de chegar ao magma).
Essas civilizações se localizam em gigantescas cavernas situadas em lugares praticamente inacessíveis aos seres humanos. Mas não pense que essas bases são primitivas ou os habitantes de lá são tecnologicamente menos avançados vivendo como homens da caverna. Muito pelo contrário.
Esses locais são altamente tecnológicos e muito avançados, muito mais que na superfície terrestre. Lá é simulado um ambiente ao ar livre, de forma que a população não se sinta presa.
Essas bases estão na Era da Luz, o que significa que estão em contato com civilizações extraterrestres e viajam com naves para o universo afora. Ou seja, é um projeto paralelo ao nosso, onde enquanto estamos na era das trevas, eles estão na era da luz a muito tempo. Se você está boiando sobre o que seria era das trevas e era da luz, leia o post sobre transição planetária.
Esses locais teriam surgido na época da era da luz Atlante, após o holocausto que teve lá há mais de 10 mil anos a.C. Os habitantes da era de luz Atlante removeram toda a tecnologia na superfície e levaram para essas bases intraterrenas e deixaram apenas resquícios, como as famosas pirâmides do Egito e o Puma Punko na Bolívia. Eles deixaram essas construções na superfície apenas para fazer-nos questionar.
Qual o motivo da construção dessas bases? Para os espíritos que partirem daqui da superfície pudessem rapidamente (caso merecessem) pleitear uma experiência na matéria na era da luz, não sendo necessário aguardar a Terra atingir esse estágio.
Um detalhe é que essas cidades intraterranas são físicas mesmo, e não espiritual. Agartha é um famoso nome de uma dessas cidades, que você já deve ter ouvido falar. Antártida, planalto central do Brasil e o Himalaia são algumas das localizações dessas bases.
Em breve, quando nossa civilização atingir um estágio mais avançado onde os seres viventes aqui atingirem uma compreensão maior da realidade, essas bases estarão abertas publicamente para visitas. Por enquanto somente algumas raríssimas pessoas tiveram o previlégio de conhecê-las.

